Era uma vez um leão que era considerado por muitos o rei da selva.
Um dia cansado de tanto dominar e impor medo aos outros animais decidiu fazer seu sucessor.
Confidenciou ao seu séquito que não teria que pensar muito e nem se preocupar, pois como seu sucessor estaria sempre à sua sombra, poderia até escolher um tímido sagui.
Confidenciou ao seu séquito que não teria que pensar muito e nem se preocupar, pois como seu sucessor estaria sempre à sua sombra, poderia até escolher um tímido sagui.
Dizia o leão que mesmo escolhendo um animal frágil e sem autoridade, seria para ele que todos olhariam e temeriam.
E assim, o sagui, sem nenhum carisma foi o escolhido, apenas para demonstrar aos outros animais que só mesmo um animal tão poderoso como o leão poderia se dar a tal luxo.
Mas, a partir deste instante, os outros animais começaram a perceber que o leão nunca tivera a força que apresentara ter, e que estivera no poder porque os animais nunca tinham se unido.
Os outros animais percebendo finalmente que eles mesmos poderiam escolher seu real representante, não titubearam e escolheram o puma negro, que esmagou o sagui.
O leão acuado pela união inesperada dos outros animais em torno do puma negro, não teve outra alternativa a não ser abaixar sua juba e se retirar.
A partir daquele dia a juba do leão sempre altiva e resplandecendo soberba foi se definhando com se fosse cortada com Machado.
Moral da história: A soberba impede de enxergar a verdadeira realidade.
Esoponile
Um comentário:
Matou a pau!!! Esse é o perfeito retrato do que ocorreu, meu caro amigo. Abraços.
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